A Baia do Diabo, assim chamada por conta de uma formação rochosa próxima à costa, semelhante a uma cabeça com chifres, foi, no passado, um porto seguro para piratas e criminosos no litoral norte de Cirethar. Eventualmente, alguns deles acabaram ficando pela região, formando com o passar dos anos uma comunidade pesqueira que também opera como entreposto comercial para as vilas da região.
Nos arredores da baia, se estende o Pântano Gélido, um grande mangue parcialmente congelado que esconde inúmeros perigos. Lendas e boatos percorrem a baia sobre os monstros e mistérios que espreitam nas profundezas do pântano, no entanto, poucos relatos falam de criaturas se aventurando além de seus habitats nas águas salobras. Os moradores da baia evitam o pântano ao máximo, se movendo sempre que possível de barco pelo litoral até comunidades vizinhas, ou seguindo sempre pelas estradas principais quando é necessário que a viagem seja feita por terra.
Localizada 3 quilômetros mar adentro a partir da vila, existe uma formação rochosa no centro de uma ilhota semelhante a uma cabeça com chifres. A ilha foi, no passado, ponto de encontro de piratas, alguns deles acabaram se instalando permanentemente na região e fundaram o vilarejo da Baia do Diabo. Cinquenta anos atrás, um pescador desparecido foi encontrado morto na ilha no que parecia ser algum tipo de ritual profano. Hoje o local tem uma reputação sinistra, sendo evitado pela maioria dos moradores.
Esse movimentado e malcheiroso centro comercial é onde a maioria do dinheiro na Baia do Diabo troca de mãos.
No topo de uma colina, observando o restante do vilarejo, fica um templo de pedra dedicado a Thaldrasyr. Pescadores da vila visitam frequentemente o local para solicitar a benção do deus das tempestades antes de partir para o mar. Adjacente a construção, um pequeno cemitério é mantido pelos sacedortes.